Você não está só em se sentir sozinha
Conheça nosso novo report: GPS - Guia Para Socializar
Falamos na última newsletter sobre a busca das brasileiras por cuidados com a saúde física e mental, em meio a uma epidemia de depressão, burnout e ansiedade. Mas você sabia que existe uma terceira dimensão da saúde feminina que também precisa de cuidado? Estamos falando da saúde social.
A saúde social está diretamente ligada à qualidade dos nossos vínculos. Em 2025 a OMS declarou a Solidão uma epidemia global, responsável por mais de 870 mil mortes todos os anos. No Brasil, diferentemente de outros países, as mulheres são mais solitárias que os homens.
Acreditamos no poder de comunidades que começam nas redes e se encontram na rua para combater a solidão feminina. Por isso, nos unimos ao Mulheres e a Cidade para criar o GPS - Guia Para Socializar, um report que mostra o caminho para melhorar a saúde social feminina.
Para desenhar esse guia, contamos com a ajuda preciosa de algumas especialistas em criar comunidades. De diferentes regiões e realidades, elas foram nossas guias, apontando as pedras no caminho e como contorná-las.
Com elas aprendemos que para sair do vale da solidão é preciso enfrentar o medo, a desconfiança e a falta de infra-estrutura das cidades, que afastam as mulheres das ruas e as pessoas umas das outras. Para reaprendermos a nos conectar é preciso exercitar nossas habilidades sociais, que estão atrofiadas pelo isolamento da pandemia e as comodidades da internet.
As amizades entre mulheres são um verdadeiro super-poder nessa jornada! Com nossas amigas a tiracolo, conseguimos chegar às comunidades e é aí que a magia acontece: seja em grupos intencionais (que são unidos por interesses em comum) ou nos eventos comunitários, encontramos pertencimento e força para vencer opressões.
Nesse caminho, a internet aparece como uma encruzilhada: ela pode conectar ou dividir. Seja nos apps de relacionamento, redes sociais ou até no uso da I.A. como substituta para amizades reais, sinalizamos algumas ciladas e como fazer um uso melhor dessas ferramentas.
Temos muitos relatos no relatório, mas escolhemos esse da Raquel Poti - ícone do carnaval carioca e criadora da oficina de pernaltas Gigantes Voadores - para ilustrar o poder de comunidades que se encontram nas ruas.
Acesse agora o estudo completo e, se você é de uma marca ou organização que quer entender (e apoiar) esse movimento, escreva pra gente. Damos palestras, criamos encontros e ajudamos a transformar cidade em cuidado coletivo.
Bora juntas cuidar da saúde social das mulheres?
Se você tem uma história legal de como criou uma comunidade, conta pra gente :)





